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Renan PipoloViajar em janeiro com milhas aéreas é o sonho de muita gente. O problema é que janeiro é alta temporada, período de férias escolares, voos cheios, valores flutuantes e falta de disponibilidade. Muita gente até tem milhas suficientes, mas perde a chance de viajar por erros simples, repetidos ano após ano.
Viajar em janeiro com milhas aéreas é o sonho de muita gente. O problema é que janeiro é alta temporada, período de férias escolares, voos cheios, valores flutuantes e falta de disponibilidade. Muita gente até tem milhas suficientes, mas perde a chance de viajar por erros simples, repetidos ano após ano.
Janeiro é quando todo mundo quer começar o ano viajando, seja para destinos de praia, cidades com vida noturna intensa, lugares para viajar em janeiro com a família ou destinos internacionais como Estados Unidos e Europa. Sem planejamento, o resgate de passagens fica caro ou simplesmente impossível.
Neste artigo, você vai entender por que é tão difícil viajar em janeiro com milhas e quais são os 10 erros mais comuns que impedem essa viagem de acontecer. Mais importante ainda, você vai aprender como evitar cada um deles e usar o apoio da Mais Milhas para planejar melhor, comprar milhas ou encontrar soluções reais.
Janeiro é sinônimo de voos de verão, férias escolares e agendas cheias. Todo mundo quer viajar ao mesmo tempo. Isso faz com que as companhias aéreas liberem menos assentos para resgate com milhas e priorizem a venda de passagens aéreas em dinheiro.
Destinos como Rio de Janeiro, praias paradisíacas do Nordeste e cidades internacionais muito buscadas entram rapidamente em lista de espera.
Com a alta procura, a falta de disponibilidade vira regra. Mesmo quem tem muitas milhas enfrenta dificuldades para encontrar datas, horários e rotas viáveis. Janeiro é um dos meses mais críticos para emissão de passagens com pontos.
Os programas de fidelidade usam preços dinâmicos. Em janeiro, o mesmo trecho pode custar o dobro ou o triplo de milhas em comparação com meses de baixa temporada. Sem emissão antecipada, o custo fica alto demais.
Esse é o erro mais comum. Muita gente tenta emitir passagens em dezembro achando que ainda vai encontrar boas opções. Em janeiro, isso quase nunca funciona. Emitir em cima da hora significa pagar mais milhas ou não encontrar voo algum. A emissão antecipada é essencial para quem quer viajar em janeiro.
Limitar a busca a uma única empresa reduz drasticamente as chances de sucesso. Programas diferentes têm estoques e regras diferentes.
Quem busca apenas em Azul, Latam ou GOL pode perder ótimas oportunidades em companhias internacionais ou parceiras.
Azul
Latam
GOL
Muita gente esquece que programas de fidelidade permitem emitir passagens em companhias parceiras. Isso amplia muito as opções, principalmente para destinos internacionais. Ignorar parceiros como a TAP ou a American Airlines é perder chance de viajar.
Promoções de transferência são fundamentais para acumular mais milhas em menos tempo. Quem não acompanha acaba transferindo pontos do cartão fora de campanhas e perde bônus importantes. Em janeiro, cada milha conta. Transferir sem promoção é um erro caro.
Esperar só os gastos do dia a dia não é suficiente. Acumular milhas exige estratégia. Quem passa o ano sem pensar nisso chega em janeiro com saldo baixo e poucas opções. Planejamento começa meses antes, não nas férias.
Flexibilidade é tudo. Procurar apenas datas exatas, como sair no dia 2 e voltar no dia 10, limita demais as opções.
Às vezes, mudar a ida ou a volta em um ou dois dias reduz muito o custo em milhas e aumenta a disponibilidade.
Muita gente entra no site uma vez, não encontra nada e desiste. Isso é um erro. Disponibilidade muda o tempo todo. Usar alertas ou monitorar com frequência aumenta muito a chance de sucesso no resgate de passagens.
Focar apenas em grandes aeroportos pode ser um problema. Às vezes, sair de uma cidade próxima ou chegar em outro aeroporto do mesmo destino facilita a emissão.
Em viagens para os Estados Unidos, por exemplo, considerar cidades além das mais óbvias pode fazer toda a diferença.
Milhas paradas são milhas perdidas. Muita gente chega em janeiro sem saldo porque deixou pontos expirarem ao longo do ano.
Controle de validade é parte essencial do planejamento. Quando não for possível usar, vender ou trocar pode ser a melhor saída.
Viajar com milhas não é gratuito. Taxas, complementos e até compra de milhas fazem parte do processo.
Sem planejamento financeiro, a pessoa trava na hora da emissão e perde a oportunidade. Planejar milhas é planejar dinheiro também.
Evitar esses erros exige organização e apoio certo. Algumas boas práticas ajudam muito:
A Mais Milhas entra justamente nesse ponto. Seja para compra de milhas, orientação estratégica ou até para decidir se vale mais vender milhas e comprar passagens aéreas, o suporte profissional evita decisões ruins.
Com ajuda certa, fica mais fácil escolher o melhor destino, seja um destino de praia com pôr do sol incrível, lugares com frutos do mar, vida noturna intensa ou até destinos internacionais como a Cidade do Cabo, na África do Sul, banhada pelo oceano Índico e perfeita para quem busca algo diferente para começar o ano.
Viajar em janeiro com milhas é difícil, mas não é impossível. A alta temporada exige atenção, rapidez e estratégia. Os erros são comuns, mas evitáveis.
Quem entende como funcionam os programas de fidelidade, acompanha promoções, planeja com antecedência e conta com o suporte certo consegue emitir passagens, mesmo em um dos meses mais disputados do ano.
Janeiro é um dos destinos mais desejados do calendário de viagens. Com planejamento, informação e apoio da Mais Milhas, dá sim para transformar milhas em férias reais, sem sustos e sem perder oportunidades.
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