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Mais MilhasAir France-KLM amplia operações no Brasil
Ao todo serão 18 frequências semanais operadas pelo Grupo
Air France-KLM amplia operações no Brasil
Em junho de 2020, em plena pandemia de covid-19, o grupo Air France-KLM anunciou mudanças em sua malha aérea e a ampliação do número de voos semanais entre o Brasil e a Europa. Este artigo registra aquele momento histórico da aviação — quando cada frequência adicional era comemorada como sinal de retomada — e traz também o contexto atualizado de 2026, com orientações práticas para quem voa com o grupo franco-holandês e acumula milhas no programa Flying Blue.
A notícia de 2020 dizia respeito a um cronograma de retomada gradual: a partir de 6 de julho daquele ano, a Air France passaria a operar mais duas frequências semanais entre Paris–São Paulo e Paris–Rio de Janeiro. Naquela mesma semana, as duas capitais já haviam recebido duas frequências adicionais operadas pela KLM, partindo de Amsterdã. Ao todo, seriam 18 frequências semanais operadas pelo grupo.
O anúncio de 2020: registro histórico
O cronograma anunciado seguia até o final de agosto de 2020 e representava 41% do que o grupo costumava voar semanalmente para o Brasil antes da pandemia. De acordo com o site Passageiro de Primeira, na época não havia previsão para a retomada dos voos em Fortaleza.
"Adaptamos a nossa programação de acordo com os cenários de restrições e retorno da demanda. Nunca paramos de voar para o Brasil, e seguimos expandindo a nossa malha aérea para cá, como para o mundo, lenta e cuidadosamente. Somos líder de operação entre a Europa e o Brasil, um mercado prioritário para o Grupo, e todas as medidas de higiene continuam sendo adotadas a bordo e em solo", afirmou Jean-Marc Pouchol, então diretor geral da Air France-KLM para a América do Sul, em coletiva.
Vale lembrar que, no contexto sanitário da época, o grupo implementou medidas para evitar a disseminação do coronavírus e passou a exigir a utilização de máscaras em seus voos a partir de 11 de maio de 2020. As medidas adotadas foram divulgadas nos canais oficiais da Air France e da KLM.
Por que essa notícia importava para quem tem milhas
Para o milheiro brasileiro, anúncios de ampliação de malha nunca são apenas curiosidade de aviação. Mais voos significam mais assentos disponíveis para emissões com milhas, mais oportunidades de acúmulo em voos internacionais e mais liquidez para os programas de fidelidade envolvidos. Em 2020, a retomada da Air France-KLM sinalizava que o Flying Blue — o programa de fidelidade conjunto das duas companhias — voltaria a ter utilidade prática para os brasileiros.
O episódio também deixou uma lição atemporal: a aviação é cíclica. Crises derrubam oferta de voos, retomadas a reconstroem — e quem entende esse movimento consegue decidir melhor o que fazer com as milhas em cada fase do ciclo. Em momentos de malha reduzida, emitir passagem fica mais difícil e caro em milhas; em momentos de expansão, abrem-se janelas de bons resgates.
Air France-KLM no Brasil: o cenário em 2026
Passada a turbulência da pandemia, o grupo Air France-KLM consolidou-se novamente como um dos líderes na ligação entre o Brasil e a Europa, com voos regulares partindo das principais capitais brasileiras rumo aos seus dois hubs: o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e o Schiphol, em Amsterdã. De lá, a rede de conexões cobre praticamente toda a Europa, além de África, Ásia e Oriente Médio.
Para o viajante brasileiro, isso significa duas coisas práticas:
- Acúmulo: voos do grupo creditam milhas no Flying Blue, e também podem creditar em programas de companhias parceiras da aliança SkyTeam — como o Delta SkyMiles. Antes de voar, escolha em qual programa creditar conforme sua estratégia;
- Resgate: milhas Flying Blue emitem passagens em toda a rede SkyTeam, e o programa é conhecido pelas suas promoções mensais de resgate com desconto, que reduzem a quantidade de milhas exigida em rotas selecionadas.
Quem acumula em programas brasileiros também se beneficia das parcerias: o Smiles, da GOL, mantém acordos com companhias internacionais que permitem acumular e resgatar em voos entre Brasil e Europa. Entender como funcionam as alianças globais Star Alliance, SkyTeam e oneworld ajuda a extrair o máximo de cada voo internacional.
O que fazer com milhas Flying Blue em 2026
Se você voou com Air France ou KLM nos últimos anos e acumulou milhas no Flying Blue, tem três caminhos:
- Emitir passagens: especialmente vantajoso nas promoções mensais do programa e em emissões de classe executiva, onde o valor por milheiro costuma superar a cotação de venda;
- Aguardar acumulando: atenção à validade — milhas Flying Blue expiram se a conta ficar sem atividade qualificada. Veja como não perder o prazo de validade das milhas;
- Vender o saldo: para quem não tem viagem internacional planejada, a venda transforma as milhas em dinheiro imediato. Programas internacionais seguem dinâmica própria de cotação e podem surpreender positivamente em períodos de alta demanda.
Em 2026, o milheiro é negociado no Brasil na faixa de referência de R$ 16 a R$ 30, variando diariamente conforme o programa. A Mais Milhas, líder do mercado brasileiro com mais de 10 anos de atuação (CNPJ 26.878.221/0001-50), compra milhas Flying Blue e dos principais programas nacionais e internacionais, com cotação gratuita e pagamento via PIX ou transferência bancária, com opção de recebimento antecipado. Vender milhas é legal — elas são patrimônio do titular. Faça sua cotação gratuita e descubra quanto vale o seu saldo.
Lições do ciclo 2020–2026 para o dono de milhas
O caso Air France-KLM ilustra bem como notícias de aviação afetam o bolso do milheiro. Algumas lições que continuam válidas:
- Malha aérea muda o valor das milhas: quando a oferta de voos cresce, aparecem mais assentos promocionais para resgate; quando encolhe, as emissões ficam escassas e a venda do saldo pode ser a saída mais racional;
- Milhas paradas correm risco duplo: expiração e desvalorização pelas mudanças de tabela dos programas — entenda por que milhas paradas perdem valor;
- Diversificar programas protege: quem acumulava apenas em um programa internacional sentiu mais o baque da pandemia. Distribuir o acúmulo entre programas nacionais líquidos (Smiles, LATAM Pass, TudoAzul) e internacionais dá flexibilidade;
- Acompanhe as notícias do setor: promoções, parcerias e mudanças de malha criam janelas de oportunidade tanto para emitir quanto para vender. O mercado brasileiro segue aquecido, como mostramos em por que o mercado de milhas continua crescendo no Brasil.
E se o objetivo é transformar qualquer acúmulo em renda, os caminhos práticos continuam os mesmos de sempre: concentrar gastos no cartão certo, ganhar milhas pagando contas e boletos e converter pontos em milhas para gerar uma renda extra.
Perguntas frequentes sobre a Air France-KLM e o Flying Blue
O que a Air France-KLM anunciou em 2020 sobre o Brasil?
Em junho de 2020, o grupo anunciou a ampliação gradual dos voos entre Brasil e Europa: a partir de 6 de julho daquele ano, mais duas frequências semanais da Air France em Paris–São Paulo e Paris–Rio, somando-se às frequências adicionais da KLM desde Amsterdã, num total de 18 voos semanais.
Esse cronograma de 2020 ainda vale hoje?
Não. Aquele era um plano de retomada específico do período da pandemia, representando 41% da malha pré-covid do grupo. Em 2026, a operação entre Brasil e Europa está normalizada, com voos regulares para os hubs de Paris e Amsterdã.
O que é o Flying Blue?
É o programa de fidelidade conjunto da Air France e da KLM. Quem voa com as duas companhias (ou com parceiras da aliança SkyTeam) acumula milhas que podem ser usadas em passagens, upgrades e serviços — ou vendidas por dinheiro.
Voos da Air France e da KLM acumulam milhas em programas brasileiros?
Depende das parcerias vigentes em cada programa. O caminho mais direto é creditar no próprio Flying Blue ou em programas parceiros da SkyTeam, como o Delta SkyMiles. Consulte as regras de acúmulo do seu programa antes de voar.
Milhas Flying Blue expiram?
Sim, quando a conta fica sem atividade qualificada por um período prolongado. Manter movimentação — acumulando ou resgatando — preserva o saldo. Se não pretende usar, a venda evita a perda do valor.
Posso vender milhas Flying Blue no Brasil?
Sim. A Mais Milhas compra milhas Flying Blue e de outros programas internacionais. A cotação é gratuita e o pagamento é feito via PIX ou transferência bancária, com opção de recebimento antecipado.
Quanto valem milhas de programas internacionais em 2026?
A faixa de referência do milheiro no Brasil vai de R$ 16 a R$ 30, variando diariamente. Programas internacionais seguem dinâmica própria e podem pagar bem em períodos de alta demanda por assentos entre Brasil e Europa.
Por que notícias de malha aérea afetam o valor das milhas?
Porque a oferta de voos determina a disponibilidade de assentos para resgate e a demanda por milhas no mercado. Expansões criam oportunidades de emissão; reduções tornam a venda do saldo mais atrativa.
Vender milhas de programas internacionais é legal?
Sim. As milhas são patrimônio do titular e a venda é legal no Brasil, independentemente de o programa ser nacional ou estrangeiro. Negocie sempre com empresas consolidadas e com reputação comprovada.
Como faço para saber quanto valem minhas milhas hoje?
Faça uma cotação gratuita na Mais Milhas informando o programa e a quantidade. A cotação varia diariamente, então consultar no momento da decisão garante o valor mais atual.
Leia também:
Como ganhar milhas pagando contas e boletos

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