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Renan PipoloOs feriados nacionais sempre despertam o desejo de viajar. Datas como Carnaval, Páscoa, Corpus Christi e outros feriados prolongados movimentam aeroportos, encarecem hospedagens e elevam o preço das passagens aéreas em feriados.
Os feriados nacionais sempre despertam o desejo de viajar. Datas como Carnaval, Páscoa, Corpus Christi e outros feriados prolongados movimentam aeroportos, encarecem hospedagens e elevam o preço das passagens aéreas em feriados. Nesse cenário, quem acumula pontos em programas de fidelidade se depara com um dilema recorrente: usar milhas para viajar ou vender essas milhas e pagar a passagem em dinheiro, ou até mesmo repensar a viagem.
Essa dúvida é cada vez mais comum porque viajar em feriados exige decisões mais racionais. Durante a alta temporada, a demanda cresce de forma acelerada, a oferta de assentos diminui e tanto o preço da passagem quanto o valor das milhas sofrem alterações significativas. O que em períodos comuns poderia ser um bom negócio, nos feriados pode se transformar em um uso pouco eficiente dos pontos.
Nem sempre resgatar passagens com milhas é sinônimo de economia. Em muitos casos, vender milhas pode ser a escolha mais inteligente do ponto de vista financeiro, principalmente quando o objetivo é manter o orçamento sob controle ou ganhar flexibilidade para decidir melhor como usar o dinheiro.
Neste artigo, você vai entender como os feriados nacionais impactam diretamente o mercado de milhas, como avaliar o custo real dos resgates, quando usar pontos faz sentido e quando vender milhas pode trazer mais vantagem. A proposta é ajudar você a tomar decisões práticas, mostrando que milhas são um ativo financeiro e que a melhor escolha depende do contexto, não apenas da vontade de viajar.
Os feriados prolongados concentram um grande volume de pessoas tentando viajar ao mesmo tempo. Esse comportamento coletivo afeta diretamente o funcionamento das companhias aéreas, o preço das passagens e a lógica dos programas de fidelidade.
O primeiro impacto visível é o aumento da procura por passagens. Em datas específicas, milhões de pessoas buscam voos para os mesmos destinos e em períodos muito parecidos. Esse excesso de demanda faz com que as companhias ajustem rapidamente os preços para cima, elevando o custo das passagens aéreas em feriados.
Outro fator relevante é a menor disponibilidade de assentos para emissão com milhas. Em períodos de grande procura, as companhias costumam restringir a quantidade de lugares disponíveis para resgates. Com menos opções, o custo em milhas sobe, reduzindo o poder de compra dos pontos.
Além disso, entra em ação o sistema de tarifas dinâmicas. O preço das passagens varia conforme a procura, a antecedência e a ocupação do voo. Esse mesmo raciocínio se reflete nos resgates com pontos, gerando uma inflação de milhas nos feriados nacionais.
O resultado é um cenário em que usar pontos pode exigir uma quantidade muito maior de milhas para o mesmo trecho, o que diminui consideravelmente o custo-benefício do resgate.
Apesar do cenário mais caro, existem situações em que usar milhas em feriados nacionais ainda pode valer a pena. O segredo está no planejamento de viagem e na análise cuidadosa dos números.
Quem se organiza com meses de antecedência consegue fugir do pico de inflação das milhas que costuma acontecer nos feriados. Quando a viagem é planejada com tempo, ainda existe maior disponibilidade de assentos para resgate, o que mantém o custo em milhas mais equilibrado. Além disso, antes que a demanda aumente de forma intensa, as companhias aéreas ainda não elevaram tanto os valores dos resgates, permitindo usar menos milhas para o mesmo trecho e aproveitar melhor cada ponto acumulado.
Nem todos os destinos sofrem o mesmo impacto durante os feriados prolongados. Enquanto rotas muito turísticas costumam esgotar rapidamente e encarecer, alguns trechos menos disputados ou horários fora do padrão ainda mantêm boa disponibilidade para emissão de passagens com milhas. Voos em horários alternativos, como muito cedo ou à noite, também tendem a exigir menos milhas. Além disso, considerar aeroportos próximos ao destino final e trabalhar com datas flexíveis amplia as opções de resgate e pode gerar uma economia significativa no uso das milhas.
Mesmo em períodos de alta temporada, podem surgir promoções específicas de resgate. Essas oportunidades pontuais reduzem o custo em milhas e tornam o uso dos pontos mais interessante.
Nesses cenários, usar milhas pode ser uma boa decisão, desde que o valor da milha esteja sendo bem aproveitado.
Em muitos casos, o resgate de passagens com milhas durante feriados acaba sendo pouco vantajoso. Reconhecer esses cenários evita escolhas impulsivas.
Deixar para emitir passagens com milhas em cima da hora costuma ser um erro. A disponibilidade é mínima e o custo em pontos atinge níveis muito altos. Nessa situação, o uso das milhas raramente compensa.
Durante feriados, até voos curtos podem exigir uma quantidade exagerada de milhas. Quando isso acontece, o valor das milhas cai drasticamente, tornando o resgate pouco eficiente.
Se o preço da passagem em dinheiro, mesmo elevado, ainda for proporcionalmente menor do que o custo em milhas, pagar a passagem pode ser a melhor escolha. Nesse caso, as milhas podem ser guardadas ou destinadas à venda.
Em períodos de alta demanda, as milhas tendem a se valorizar no mercado. Isso significa que vender milhas durante feriados nacionais pode gerar um retorno financeiro interessante.
Ao optar pela venda, o dinheiro recebido pode ser usado para diferentes finalidades, como pagar a própria viagem, cobrir despesas extras do feriado ou reforçar o orçamento em um período tradicionalmente mais caro.
Outro ponto importante é a flexibilidade financeira. Ao transformar milhas em dinheiro, você deixa de depender das regras dos programas de fidelidade e passa a ter mais autonomia para decidir.
Tomar uma boa decisão exige análise prática e objetiva. Alguns critérios ajudam a esclarecer o melhor caminho:
Esses pontos ajudam a entender quando vender milhas faz mais sentido e quando usar pontos pode ser vantajoso.
O primeiro passo é verificar quanto custa a passagem em reais para o mesmo trecho e data. Esse valor serve como base para toda a comparação.
Observe quantas milhas são exigidas para a emissão. Ao dividir o preço da passagem pelo número de milhas, você identifica o valor real da milha naquele resgate.
Além dos números, considere seu momento. Você busca viajar agora, economizar dinheiro ou gerar renda extra? Essa resposta é decisiva na escolha entre usar ou vender milhas.
No Carnaval, a alta temporada atinge seu ponto máximo. Os preços sobem rapidamente e o custo das milhas dispara. Muitas vezes, vender milhas e pagar a viagem em dinheiro é a opção mais racional.
Na Páscoa, o impacto varia conforme o destino. Em rotas menos disputadas, ainda pode haver bons resgates. Em destinos turísticos tradicionais, a venda costuma ser mais vantajosa.
Em Corpus Christi e outros feriados prolongados, a lógica se repete. Quem planejou cedo pode usar milhas com eficiência. Quem decide de última hora tende a obter melhores resultados ao vender.
Se você concluiu que não vai usar suas milhas em determinado feriado, vendê-las pode ser a melhor alternativa. Essa escolha transforma pontos acumulados em dinheiro real, de forma prática e segura.
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Os feriados nacionais exigem decisões mais conscientes quando o assunto é viagem e uso de milhas. Em períodos de alta temporada, usar pontos nem sempre representa economia. Em muitos casos, vender milhas é uma estratégia inteligente, que traz flexibilidade e retorno financeiro.
Milhas são um ativo e devem ser tratadas como tal. Saber quando usar ou vender milhas faz toda a diferença no planejamento de viagem e no equilíbrio do orçamento. Antes de decidir, faça as contas, avalie seus objetivos e escolha o cenário mais vantajoso.
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