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Eliane AraújoUse suas milhas na Serra Catarinense no inverno
Neste artigo mostramos um roteiro especial para você curtir o circuito do frio em Santa Catarina.
Aproveite suas Milhas e conheça os encantos da Serra Catarinense no inverno
Com a chegada do inverno, a Serra Catarinense ganha um ar europeu: temperaturas frias, geadas ao amanhecer e, de vez em quando, até neve. É nesse cenário que se destaca o Circuito do Frio, um percurso turístico que passa por cidades serranas encantadoras e reúne gastronomia de raiz, vinhos de altitude, lareiras acolhedoras e paisagens de tirar o fôlego. Se você acumulou milhas ao longo do ano, o inverno é o momento perfeito para transformá-las em uma viagem inesquecível — ou, quando a viagem não couber na agenda, em dinheiro no bolso.
Neste guia você encontra um roteiro completo de sete dias pelas principais cidades do circuito — Lages, Urubici, São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Painel e Urupema —, dicas do que fazer em cada parada, orientações sobre a melhor época para ir e um panorama de como usar (ou vender) suas milhas de forma estratégica em 2026. A Mais Milhas é referência na compra de milhas de pessoas físicas no Brasil, com mais de 10 anos de mercado, cotação gratuita e pagamento via PIX ou transferência, com opção de recebimento antecipado.
Roteiro de 7 dias pelo Circuito do Frio de Santa Catarina
O trajeto foi pensado para quem quer curtir o frio serrano com calma, alternando cidades maiores e vilarejos autênticos. As distâncias entre as paradas são curtas, o que deixa espaço para paradas em mirantes e vinícolas ao longo do caminho.
Primeiro dia — Chegada a Lages, o portal da Serra
Conhecida como a "Princesa da Serra", Lages é o ponto de partida ideal. É uma das maiores cidades da região e conta com boa estrutura hoteleira, restaurantes e história. Aproveite para visitar o Parque Jonas Ramos (Tanque), fazer uma caminhada tranquila e conhecer a Catedral Diocesana, de arquitetura imponente. No almoço, aposte em um restaurante de comida campeira, com churrasco no espeto de chão. À noite, escolha uma das vinícolas locais para degustar vinhos de altitude. Dica: hospede-se em um hotel com lareira ou calefação, já que as noites podem ser bem frias.
Segundo dia — Urubici, natureza e mirantes de tirar o fôlego
Saindo de Lages cedo, siga pela SC-110 rumo a Urubici, cerca de 110 km. A cidade é um dos principais destinos turísticos da serra e atrai tanto aventureiros quanto casais. Visite o Morro da Igreja e veja a Pedra Furada, um dos cartões-postais da região, explore a Cascata do Avencal e faça trilhas leves no Parque Nacional de São Joaquim. À noite, aproveite a gastronomia local com fondue, trutas e pinhão. Urubici tem excelentes pousadas românticas e cabanas com hidromassagem, perfeitas para o clima gelado.
Terceiro dia — São Joaquim, vinhos e a chance de neve
Pela manhã, siga para São Joaquim, a apenas 70 km de Urubici. É uma das cidades mais frias do Brasil e ganhou fama pelas vinícolas premiadas e pela possibilidade de neve no inverno. Conheça a Vinícola Villa Francioni, com tour guiado e degustação, passeie pelo Mirante dos Pinheiros e visite a Praça João Ribeiro e o monumento da Maçã Fuji, símbolo da economia local. Em inverno rigoroso, há chances de ver geada ou neve nas áreas rurais. Uma experiência única é agendar um jantar harmonizado com vinhos de altitude.
Quarto dia — Bom Jardim da Serra e a Serra do Rio do Rastro
Depois do café, siga para Bom Jardim da Serra, um dos pontos mais altos do estado — cerca de 50 km de estrada belíssima. A principal atração é a Serra do Rio do Rastro, considerada uma das rodovias mais bonitas do mundo, com curvas acentuadas e mirantes impressionantes. Visite o Mirante da Serra, a 1.460 metros de altitude, e faça um passeio até a Cascata da Barrinha. A região é excelente para ver geadas ao amanhecer e fotografar a paisagem coberta de branco.
Quinto dia — Painel e Urupema, o frio extremo
Siga para Painel e depois para Urupema, duas das cidades menos conhecidas do circuito, mas que oferecem experiências autênticas e são recordistas de frio no Brasil. Painel é pequena e acolhedora, ideal para curtir a tranquilidade da serra e conhecer a Cachoeira do Salto das Águas, escondida e deslumbrante. Urupema é famosa por registrar temperaturas abaixo de zero com frequência: visite o Morro das Torres, onde as formações de gelo são comuns no inverno, e explore trilhas entre araucárias. A hospedagem é mais rústica, perfeita para quem busca contato com a natureza.
Sexto dia — Retorno a Lages com parada em vinícola
No caminho de volta para Lages, aproveite para conhecer mais uma vinícola de altitude ou uma fazenda rural. As vinícolas D'alture e Leone di Venezia têm excelente estrutura. Almoce em um restaurante rural, com pratos típicos como entrevero, arroz carreteiro e paçoca de pinhão. Com a tarde livre em Lages, descanse, compre produtos regionais e prepare-se para a despedida da serra.
Sétimo dia — Despedida com café colonial
Conclua o roteiro com um tradicional café colonial serrano, que reúne pães artesanais, cucas, geleias, queijos e embutidos da região — uma autêntica celebração para o paladar e uma forma saborosa de encerrar a viagem pela Serra Catarinense.
Melhor época e dicas práticas para o Circuito do Frio
A melhor época para pegar o clima mais gelado é de junho a agosto, quando as temperaturas ficam mais baixas e aumentam as chances de geada ou neve. Alguns cuidados fazem toda a diferença:
- Roupas certas: leve casacos térmicos, luvas, gorros e sapatos impermeáveis.
- Transporte: é altamente recomendável estar de carro, de preferência com tração nas quatro rodas, para aproveitar o circuito com liberdade.
- Estradas e clima: sempre confira as condições das rodovias e a previsão antes de subir para os pontos mais altos.
- Sabores locais: aproveite pinhão, truta, vinho de altitude, queijo serrano e pratos campeiros.
- Reserva antecipada: garanta sua hospedagem com antecedência, principalmente em julho e durante feriados.
Planejar a viagem com antecedência não só evita imprevistos como também economiza dinheiro nas passagens. Vale a pena entender como programar a viagem com antecedência e economizar e conferir dicas de como viajar gastando pouco e ainda acumulando milhas.
Como chegar à Serra Catarinense usando milhas
O aeroporto de Florianópolis é a principal porta de entrada para quem vem de longe, com voos operados por diversas companhias; de lá, o trajeto até Lages é feito de carro. Também há aeroportos regionais mais próximos da serra em algumas rotas. Para emitir suas passagens, você pode usar milhas dos principais programas: Azul (TudoAzul), que tem forte presença no Sul do país, LATAM Pass e Smiles, da Gol. Antes de emitir, calcule quantas milhas cada trecho exige e compare com o preço em dinheiro — o passo a passo está em como calcular milhas para viajar e planejar a viagem.
Na hora da hospedagem, lembre-se de que dá para acumular pontos também nas reservas: veja como reservar hotel e ganhar milhas e transforme cada diária na serra em mais saldo para a próxima viagem.
Usar as milhas na viagem ou vender? Como decidir
Nem sempre emitir a passagem com milhas é o melhor negócio. Em datas de alta demanda, como as férias de julho, os programas costumam cobrar muitos pontos por trecho — e, nesses casos, pode ser mais vantajoso vender as milhas, receber em dinheiro e comprar a passagem à vista em uma promoção. A conta é simples: divida o preço da passagem em reais pela quantidade de milhas exigida e compare com a cotação do milheiro na venda. Se a emissão paga mais, viaje com as milhas; se a venda paga mais, negocie. Esse raciocínio está detalhado em milhas x preço da passagem: quando é vantajoso usar pontos.
Se você tem saldo parado que não vai usar tão cedo, vale considerar a venda antes que os pontos percam valor. Milhas que ficam anos na conta tendem a valer menos com o tempo, e evitar isso é fundamental: entenda como não perder o prazo de validade das milhas. Quem tem milhas da Azul, por exemplo, pode aproveitar um extra: veja como vender milhas da Azul e faturar um extra.
Quanto valem suas milhas em 2026?
O preço do milheiro (1.000 milhas) varia diariamente conforme o programa, a demanda do mercado e a validade do saldo. Como referência, o milheiro no Brasil costuma ficar na faixa de R$ 16 a R$ 30, com cotações ilustrativas em torno de R$ 18 no LATAM Pass, R$ 20 no Smiles e R$ 17 no TudoAzul. Antes de fechar negócio, consulte a cotação de milhas e os valores a receber na venda e confira as 9 dicas para conseguir a melhor cotação.
Fazer a cotação é gratuito e leva poucos minutos. Você informa o programa e a quantidade de milhas, confere o valor e decide se aceita a proposta. Se quiser transformar seu saldo em dinheiro para custear a viagem à serra — ou qualquer outra —, faça sua cotação gratuita na Mais Milhas e receba com segurança via PIX.
Perguntas frequentes sobre viajar pela Serra Catarinense com milhas
Qual é a melhor época para visitar a Serra Catarinense?
O período de junho a agosto é o mais indicado para quem busca frio intenso, geadas e a possibilidade de neve. É também quando o Circuito do Frio fica mais movimentado, então reserve hospedagem com antecedência.
Quantos dias são necessários para fazer o Circuito do Frio?
Um roteiro confortável leva cerca de sete dias, passando por Lages, Urubici, São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Painel e Urupema. Em menos tempo, é possível concentrar a viagem em São Joaquim e Urubici, que reúnem boa parte das atrações.
Qual aeroporto usar para chegar à serra?
Florianópolis é a porta de entrada mais comum para quem vem de outras regiões, com boa oferta de voos; de lá, segue-se de carro até Lages. Dependendo da origem, há também aeroportos regionais que encurtam o trajeto.
Dá para chegar à Serra Catarinense usando milhas?
Sim. Você pode emitir passagens até Florianópolis (ou aeroportos regionais) com milhas de programas como TudoAzul, LATAM Pass e Smiles, e depois seguir de carro pelo circuito.
Vale mais a pena usar milhas ou vender e comprar a passagem?
Depende da data. Em alta temporada, os programas cobram muitos pontos por trecho e pode compensar mais vender as milhas e comprar a passagem à vista. Compare o valor da emissão com a cotação do milheiro antes de decidir.
Preciso de carro para percorrer o circuito?
Sim, o carro é praticamente indispensável para aproveitar as cidades e os mirantes com liberdade. Em trechos de estrada de serra e no inverno, dê preferência a um veículo com tração nas quatro rodas.
Como evitar que minhas milhas percam a validade?
Acompanhe o extrato do programa, fique atento aos prazos de expiração e, se não tiver viagem planejada, considere vender o saldo antes do vencimento. Milhas paradas tendem a perder valor com os reajustes das tabelas de emissão.
Quanto recebo ao vender minhas milhas?
Depende do programa e da cotação do dia. Com o milheiro na faixa de R$ 16 a R$ 30, um saldo de 10.000 milhas rende entre R$ 160 e R$ 300. A cotação na Mais Milhas é gratuita e mostra o valor exato antes de você aceitar.
É seguro vender milhas para custear a viagem?
Sim, desde que você negocie com uma empresa consolidada, com CNPJ ativo, contrato claro e reputação comprovada. A Mais Milhas atua há mais de 10 anos no mercado e paga via PIX ou transferência bancária.
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